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Nas mãos de Deus: Pe. Mário Ferreira Lages | 1936-2015

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No passado dia 25, na paróquia do Touro, Vila Nova de Paiva, foi a sepultar o Padre Mário Ferreira Lages, falecido no dia anterior, em Lisboa, onde vivia há bastantes anos e para onde fora a convite da Universidade Católica portuguesa, onde se destacou pelo saber e competência na área da Sociologia.

O Padre Mário Ferreira Lages era filho de António Ferreira e de Júlia Ferreira Lages e nasceu no Touro, Vila Nova de Paiva, no dia 05 de março de 1936. Frequentou os nossos Seminários diocesanos e foi ordenado Diácono, na capela do Seminário, a 31 de maio de 1958. No mesmo local, mas a 07 de Setembro de 1958, foi ordenado Sacerdote pelo bispo de então, D. João da Silva Campos Neves. O Pe. Mário era condiscípulo de D. Jacinto Botelho.

Após a ordenação, o Pe. Mário Lages foi enviado para Roma, onde prosseguiu estudos superiores na área da Sociologia. Em outubro de 1962 foi nomeado professor no Seminário Maior de Lamego, cujas novas instalações haviam sido inauguradas no ano anterior. Mercê do seu enorme saber e preparação académica, foi este sacerdote do nosso presbitério convidado a integrar o grupo docente da recém-aberta Universidade Católica Portuguesa, onde se destacou na sua missão, nomeadamente através do centro de sondagens que ajudou a nascer, a crescer e a impor-se no panorama nacional.

A Eucaristia exequial foi presidida por D. António Couto e contou com a presença de D. Jacinto, vários sacerdotes e muitos fiéis leigos que se juntaram na igreja paroquial do Touro para louvar o Senhor e agradecer a vida deste irmão sacerdote. Na homilia, o nosso bispo recordou-nos que a nossa vida está enxertada em Jesus Cristo, que a todos ama e que com todos conta, Ele que é a chave da nossa vida. Nesse sentido, sublinhou a singular existência do Pe. Mário Lages e a fecunda vida sacerdotal que protagonizou e a quem a doença acompanhou nos últimos anos, sem deixar de agradecer todo o seu contributo à Igreja de Lamego a quem serviu e ao Seminário Maior, de quem foi destacado benfeitor.

Antes da bênção final e do acompanhamento ao cemitério local, um dos seus conterrâneos, Padre Justino Lopes, recordou também a sensibilidade artística do Padre Mário, nomeadamente a sua veia poética, tendo, a esse propósito lido alguns versos.

A nossa oração.

JD,  in Voz de Lamego, ano 85/44, n.º 4331, 29 de setembro

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