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Bodas de Ouro Sacerdotais | Pe. Vítor Esteves Rosa

P.VítorÀ conversa com… Padre Vitor Esteves Rosa

Há 50 anos, quatro jovens foram ordenados Presbíteros na nossa Diocese, pelo que este ano celebramos o seu jubileu sacerdotal. Para os conhecermos melhor fomos ao encontro de cada um deles e hoje divulgamos as respostas do terceiro que já nos respondeu, a quem agradecemos e felicitamos.

Olhando para o caminho já percorrido, que etapas, pessoas ou situações gostaria de destacar?

Olhando à minha caminhada, gostaria de destacar aquelas pessoas que sempre se empenharam a que a minha vida de sacerdote – levar Cristo a todos e a cada um – ou ajudaram, nesta missão, que abracei com todo o meu coração. Destaco aqueles que colaboraram na catequese, grupo de jovens, o conselho económico e dirigentes de associações. Se alguma coisa se fez, foi devido a essas pessoas que colaboram comigo de alma e corpo.

Atento ao mundo em que vive e à Igreja que ajuda a formar e a crescer, que desafios a ter em conta?

O tempo em que estamos a viver, em cada dia nos traz novos desafios. Se sempre foi difícil levar a Palavra de Deus aos homens, hoje torna-se um desafio constante e uma luta que temos de travar, neste mundo em que podemos recordar as palavras de S. Pedro: “O Demónio como leão anda sempre à volta de nós”. Hoje tem tudo a colaborar com ele: Os média, as próprias escolas essencialmente laicas, os pais em cuja família se não reza, são grandes colaboradores desse que procura sempre desafiar Deus. Não é só o ateísmo, grande escola que sempre grassou na sociedade; mas o indiferentismo  religioso que é pior que o ateísmo. O Cristo disse-nos: “Sim, sim, não, não”. Mas hoje nem sim nem não.

Que palavra gostaria de deixar aos sacerdotes mais jovens da nossa Diocese?

Alguém disse de Lamenais: “Lamenais não reza. “Não quero fazer juízos de ninguém; mas será que o breviário – a reza do sacerdote – é cada dia rezado? Será que a meditação é feita? Será que a Missa é celebrada com a dignidade que nos merece?

Gostaria de lhes dizer que ponham em primeiro lugar o Cristo que abraçaram.

in Voz de Lamego, ano 85/27, n.º 4324, 28 de julho

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