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FECUNDIDADE SILENCIOSA | Editorial Voz de Lamego | 28 de julho

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O destaque principal da Voz de Lamego vai para a Visita da Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima à Diocese de Lamego, tendo iniciado no dia 26 de julho, recebida em Foz Côa, e até ao dia 9 de agosto, saindo da Sé de Lamego para o Santuário de Nossa Senhora de Fátima.

O Pe. Joaquim Dionísio, Diretor da nossa Voz de Lamego, faz eco desta Visita às nossas gentes, com alguns desafios inerentes ao bom acolhimento, par nos levar a imitar os valores marianos.

FECUNDIDADE SILENCIOSA

A nossa diocese acolheu, no último domingo, a imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima que percorrerá, até à tarde do próximo dia 09 de Agosto, as suas diversas zonas pastorais. Oportunidade para acolher quem continuamente vela por todos os que a invocam e dela esperam intercessão, mas também para expressar gratidão e aprofundar uma proximidade que se traduza em seguimento.

Entre o muito que se possa dizer, sempre aquém do que os crentes sentirão ao longo destes dias, é desejo comum que esta “passagem mariana” aumente a disponibilidade e a fecundidade de todos os diocesanos. Porque Maria ensina a dar tempo e espaço à semente que é lançada por Deus, a ser terra fecunda que acolhe e permite o crescimento, frutificando.

Maria, a humilde serva de Nazaré, a jovem que vive longe dos centros de decisão, integrada no grupo das gentes aparentemente insignificantes, torna-se a escolhida por Deus para colaborar de forma singular no projecto salvífico. A sua disponibilidade para acolher a Palavra, traduzida num sim contínuo, é condição para a fecundidade da sua vida.

Uma fecundidade que não é sinónimo do activismo que se observa e experimenta nos dias que correm, onde o destaque pertence ao fazer e ao produzir. Um activismo que pode marcar a vida dos baptizados, das comunidades e da Igreja, levando a olhar a realidade eclesial como algo a planear e a produzir. A Igreja não é um produto feito, muito menos uma criação e produção nossa, mas sim a semente viva de Deus que quer crescer e amadurecer.

A fecundidade acontece quando a Igreja se torna terra sagrada para a Palavra. Ser terra fecunda resultará também de sermos seres expectantes, interiorizados, seres que, na fecundidade da oração, do desejo e da fé, criam espaço ao crescimento.

 in Voz de Lamego, ano 85/27, n.º 4324, 28 de julho

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