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DIA SACERDOTAL | Arciprestado de Moimenta, Sernancelhe, Tabuaço

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O reconfortante espaço do Santuário da Senhora da Lapa serviu de palco, no passado dia 7 de Julho, para o dia sacerdotal do clero do arciprestado de Moimenta, Sernancelhe e Tabuaço.

Com a presença honrosa do Sr. Bispo de Lamego, juntamente com o Srs. Vigário e Pró-vigário geral, a tarde foi de reflexão, de partilha, de oração e de degustação. Apesar de algumas ausências, a diferenciação de gerações – dos 30 aos 90 anos de idade – proporcionou um convívio ainda mais rico e mais fecundo.

O caloroso acolhimento do Sr. Reitor do Santuário, Pe Amorim, e das religiosas que com ele colaboram fez-se sentir do início ao fim. O encontro começou oficialmente com a palavra de abertura, proferida pelo Vice-arcipreste, Pe Jorge Giroto, que inteirou os presentes do sentido e finalidade deste dia sacerdotal, assim como do programa a que este obedeceria. De seguida, tomou a palavra o Sr. D. António Couto, para discorrer cuidadosamente sobre as motivações, implicações e consequências da última encíclica do Papa Francisco, Laudato Si. Com o incontestável poder comunicativo que lhe é reconhecido e com a profundidade que lhe é característica, o Bispo diocesano começou por fazer uma esclarecedora alusão à vida e espiritualidade de São Francisco de Assis, ressalvando assim a responsabilidade comum de salvaguarda de toda a Criação, alertando para os efeitos, tantas vezes nefastos, de uma mentalidade exageradamente economicista, que perpassa os meandros das sociedades hodiernas. Importa que os cristãos – por fidelidade ao Evangelho – e os pastores – por obediência à sua missão – sejam o impulso necessário de uma reviravolta que urge acontecer a partir das nossas comunidades eclesiais.

Após esta alocução do Sr. Bispo, houve oportunidade para algumas ressonâncias breves, reforçando a importância do seu discurso. A oração de Vésperas teve lugar logo a seguir. E pelas 19h30 foi altura de ser servido um agradável jantar. Durante este – à boa maneira monástica – fomos brindados com a leitura de alguns documentos referentes às ocorrências abusivas contra o património do Santuário da Lapa. Seguiu-se-lhe uma graciosa partilha retrospetiva dos tempos de seminário de alguns dos presentes, proporcionando uma contagiante sequência de gargalhadas, que muito ajudaram a iniciar a digestão.

Terminado o jantar e feitas as respetivas despedidas, cada um rumou ao seu destino, levando na bagagem o fortalecimento da fraternidade e da amizade sacerdotal, que confere um sentido sempre renovado à espiritualidade própria do clero secular.

Pe. Diamantino Alvaíde, in Voz de Lamego, n.º 4321, ano 85/35, de 14 de julho de 2015

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