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VISITA PASTORAL de D. ANTÓNIO COUTO a SAMODÃES

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Nos dias 7, 8 e 10 de Maio, esta paróquia recebeu a Visita Pastoral do Sr. Bispo, D. António Couto. Foram dias de grande júbilo para todos os samodenses e de grande reflexão.

No dia 7, foi a visita aos doentes, que o receberam com grande alegria, ouvindo a sua palavra de conforto e de amizade. Todos se sentiram mais fortes para suportar os seus sofrimentos.

No dia 8 foi a visita a todas as estruturas e associações, quer religiosas quer cívicas da paróquia, que são muitas, para uma freguesia que nos últimos anos tem sofrido uma desertificação forte, e que hoje se vê com dificuldades em conservar o seu património religioso, devido à sua quantidade e à diminuição da população.

À noite, no Jardim Infantil, foi o encontro com todas as forças vivas da paróquia. Este encontro foi talvez o momento mais útil de todo a visita.

O Sr. Bispo ouviu a todos com atenção narrar o que fazem e as dificuldades sentidas e por fim todos ouvimos também a sua palavra de orientação.

Ficou-nos bem gravada na memória e no coração o apelo a uma igreja em saída, saltando as barreiras das associações ou movimentos, indo ao encontro dos que estão fora e desinteressados.

Enquanto não houver um laicado bem amadurecido a Igreja não está suficientemente implantada.

Que temos para oferecer aos jovens e adultos?

Que laços afetivos se criaram com as crianças e adolescentes durante a catequese?

Todos se comprometeram a uma renovação da paróquia, elaborando um plano de formação e ação.

No final foi servido um lanche a todos os participantes.

No dia 10, o Sr. Bispo foi recebido junto à residência paroquial, por uma numerosa participação de fieis e pela Associação Desportiva e Cultural, que o saudou animadamente com os seus instrumentos musicais.

Durante a madrugada, a população fez uma lindíssima passadeira, numa extensão de 123 metros, até à Igreja paroquial.

À entrada na igreja, beijou a cruz paroquial e uma vez dentro foi saudado por uma representante da comunidade.

Na homilia, inspirando-se em S. Pedro, nosso padroeiro, que ao cantar do galo se deu conta da sua negação, disse que nas torres dos campanários há muitas vezes um galo, mas não é para dar horas. O canto do galo anuncia um dia novo, um tempo novo, uma vida nova. Os primeiros cristão pintavam um galo sobre os túmulos dos mártires.

Incentivou-nos a levar por todo o lado um amor aberto a todos sem círculos nem barreiras. Deus ama também mesmo aqueles que não vêm à igreja.

A nossa terra é sempre a mais bela do mundo e no caso presente Samodães também, porque não tornar o nosso coração o mais belo do mundo.

A nossa vida só terá sentido se todos os nossos irmãos forem envolvidos nesse amor.

O nosso pároco no final agradeceu a todos a colaboração prestada e a paróquia ofereceu frutos dos nossos campos ao Sr. Bispo

Para terminar houve um almoço frugal, servido aos que se quiseram associar.

 

Alzira Coelho,  in Voz de Lamego, n.º 4313, ano 85/26, de 12 de maio de 2015

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