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Archive for Novembro, 2014

Dia da Igreja Catedral | Ordenações Diaconais | 23 de novembro

Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima, em Lamego

Imagem Peregrina

A Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima estará no Mosteiro das Irmãs Dominicanas de Clausura (situado perto do Santuário de Nossa Senhora dos Remédios), do dia 17 (pelas 14h30) ao dia 24 (também pelas 14h30), do corrente mês de Novembro.

Nesses dias, a capela do Mosteiro estará aberta, das 8h30 às 10h00 e das 15h00 às 18h00.

No dia 17, o Senhor D. Jacinto celebrará Eucaristia pelas 15h00, logo após a chegada da Imagem. No dia 18, o Senhor D. António Couto, presidirá à celebração da Eucaristia pelas 18h00. Nos dias seguintes, a Eucaristia será sempre às 18h00, para que as pessoas que trabalham possam também participar.

É a Senhora quem nos convida a visitá-l’A e a viver em maior comunhão com a Comunidade das Religiosas que, para isso, abrem as portas da capela do seu Mosteiro.

Pe. Joaquim Dias Rebelo

Monsenhor Vigário-Geral da Diocese de Lamego

7 Seminaristas maiores | breve testemunho

seminário

“A minha entrada no seminário é o início de um novo caminho. Um caminho que tem como objetivo de destino o sacerdócio, no serviço a Deus e a Sua Igreja. Nesse caminho não estou sozinho. Comigo caminham outros que como eu procuram o trilho certo para a felicidade, Jesus Cristo. Juntos, formamos uma família. Somos todos irmãos, apoiamo-nos uns aos outros perante as dificuldades e alegrarmo-nos sempre que a tristeza se tenta apoderar da alma. O trabalho é árduo e o caminho é longo, mas a grandeza do amor de Deus por nós é a nossa energia”.

João Pereira, I Ano | Freigil-Resende

“Tempo de Seminário é também, para além de muitas outras disposições, tempo de agradecer ao Senhor. Agradecer por aquilo que nos deu sem que nós lho tenhamos pedido, nomeadamente a vocação e agradecer por tudo aquilo que tantas vezes não nos dá, ainda que nós lho peçamos

Diogo Martinho, III Ano | Cotelo-Gosende

“A família é, sem dúvida, um dos pilares fundamentais para a caminhada do seminarista rumo ao sacerdócio. É a família, que mesmo longe (em termos físicos) está sempre presente nos nossos corações, por meio da oração. É com a força de Deus, dos amigos e da família que todos os dias renovo o meu “sim” e o que me leva a seguir o percurso indicado por Ele”.

Vítor Carreira, IV Ano | Queimadela

“O Seminário, na sua vivência não difere da primeira comunidade dos discípulos. Continua a ser não só um lugar de procura, um eco do primeiro encontro dos primeiros discípulos: «Mestre, onde moras?», mas também a resposta ao convite de Jesus para O seguir, caminhando com Ele ao encontro da humanidade. De facto, é através da oração, do estudo e das atividades pastorais, que o seminarista se prepara para se configurar com Cristo, Bom Pastor”.

Diogo Rodrigues, V Ano | Mases-Lazarim

“Um seminarista é um “desafiado” por Deus. Chamado para O seguir, enviado para Amar! Não deixemos de desafiar com as nossas palavras e atitudes aqueles com quem nos cruzamos. Padre? Porque não?”

Luís Rafael Azevedo, V Ano | Vila da Ponte

“Tem confiança, levanta-te Ele chama-te” (Mc 10, 49). Esta provocação feita ao cego Bartimeu conduziu que ele deixasse a beira do caminho para passar a fazer parte do caminho com Ele e com alegria “levantou-se de um salto e foi ter com Jesus” (Mc 10, 50). Tenhamos a mesma ousadia de Bartimeu”.

Ângelo, VI Ano | Vila Nova Souto D`El-Rei

“A Paróquia é a grande escola da família da fé. É através da simplicidade das pessoas que se manifesta a alegria do Evangelho. Agradeço a todas as paróquias que nos têm acolhido e ensinado a viver na humildade e no Amor”.

Joel, VI Ano | Granjal

in VOZ DE LAMEGO, n.º 4288, ano 84/50, de 11 de novembro de 2014.

SUPERSTIÇÃO: falta de confiança em si e na providência de Deus

superstições

Quantas pessoas entram num lugar com o pé direito, vestem sempre determinada roupa para dar boa sorte, penduram ferraduras, batem na madeira para afastar o azar, não fazem nada no dia 13 e evitam qualquer coisa ligada a esse número?… Para não falar da maldição causada por gatos pretos, por passar debaixo de uma escada ou quebrar um espelho. Essas e outras práticas revelam uma falta de confiança em si e, principalmente, nos cuidados de Deus. Chama-se a isso superstição.

Uma crença

A superstição é a crença de que certas obras, objetos ou números têm força para dar sorte ou azar. E quanto menos uma pessoa conhece e vive o amor de Deus, tanto maior são as suas superstições. Por incrível que pareça, nos nossos dias, aumenta o número dos que se voltam para estas práticas e muitos mais os que a elas recorrem. Por todo o lado aparece publicidade de quem se apresenta como “especialista” para resolver problemas de dinheiro, amor, emprego, hérnias… E não se pense que só os analfabetos aparecem nestas “consultas”!

Fé e superstição são duas realidades completamente diferentes. Porquê? A fé está alicerçada nas promessas de Deus: A fé é o fundamento da esperança, é uma certeza a respeito do que não se vê” (Hb 11,1). Os heróis da Bíblia são apresentados como homens e mulheres que “graças à sua fé (em Deus) conquistaram reinos, praticaram a justiça, viram realizar-se as promessas”(Hb 11,33).

Medo paralisa

No Catecismo da Igreja Católica, a superstição é apresentada como um pecado contra o primeiro mandamento da lei de Deus: a superstição é o desvio do sentimento religioso e das práticas que ele impõe. Pode afetar também o culto que prestamos ao verdadeiro Deus, como por exemplo quando atribuímos uma importância mágica a certas práticas. Atribuir eficácia exclusivamente à materialidade das orações ou dos sinais sacramentais, sem levar em conta as disposições interiores que exigem, é cair na superstição (CIC 2111).

Por outro lado, a superstição cria medo na pessoa, levando-a a confiar em coisas e não em Deus. E uma pessoa supersticiosa nunca é livre, porque tem sempre medo.

Listagem do azar

Haverá muito mais, mas aqui ficam algumas das superstições mais “populares”, as 13 (por acaso) situações que alguns mais temem:

– Partir um espelho é sinónimo de 7 anos de azar

– Varrer os pés de uma pessoa faz com ela nunca se case

– Abrir o chapéu de chuva em casa atrai problemas

– Colocar uma vassoura ao contrário atrás da porta faz com que uma visita chata vá embora

– Ver um gato preto neste dia dá azar

– Passar por baixo de uma escada dá azar

– Devemos entrar sempre com o pé direito para dar sorte

– No dia do casamento o noivo não pode ver a noiva antes da cerimónia para não dar azar

– Ter a orelha quente significa que alguém está a falar de nós

– Bater 3x na madeira afasta os maus espíritos

– Nunca devem estar 13 pessoas à mesa

– Cruzar facas dá azar

– Colocar a mala no chão significa perder dinheiro.

O medo paralisa. Quantas pessoas não deixaram de dizer, fazer, ir, estar por causa de medos que têm origem em superstições como estas?

in VOZ DE LAMEGO, n.º 4288, ano 84/50, de 11 de novembro de 2014.

Seminários 2014 | SERVIDORES DA ALEGRIA DO EVANGELHO

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Estamos a viver a Semana dos Seminários, de 09 a 16 de Novembro, no nosso país. Uma oportunidade para os fiéis olharem mais atentamente para estas casas, centros de formação e acompanhamento vocacional, rezarem por todos quantos ali vivem e crescem, rogando ao Senhor pelas vocações sacerdotais, e contribuírem para a sua continuidade, nomeadamente através do ofertório das Missas do dia 16.

Na nossa diocese de Lamego existem dois seminários: o Menor, Seminário de Nossa Senhora de Lourdes, em Resende, e o Maior, Seminário Jesus, Maria e Ana, em Lamego. Por causa da formação académica, os nossos seminaristas maiores (7) integram o Seminário interdiocesano de S. José, em Braga, juntamente com os seminaristas de Bragança (5), Guarda (3) e Viseu (5).

 

Casas de formação

Os seminários, casas para a formação dos futuros padres, apareceram na história após o Concílio de Trento, quando a Igreja reconheceu a necessidade de formar devidamente os seus pastores, tendo em vista o desafio que a Reforma representava. Ao longo destes séculos, em casas próprias ou emprestadas, adaptadas ou construídas de raiz, maiores ou menores, com mais ou menos comodidades, os seminários foram cumprindo a sua missão de acolher, acompanhar, formar e enviar padres para animar pastoralmente as comunidades cristãs.

Os seminários formaram muitos jovens para o sacerdócio, mas também contribuíram para a formação de muitos homens que, não chegando à ordenação presbiteral, aqui receberam ensinamentos, valores e princípios que os ajudaram a singrar na vida. A este propósito, é gratificante participar nos encontros de antigos seminaristas e testemunhar a gratidão, a saudade e a alegria de tantos e tantos que, embora longe, não deixam de reconhecer ao seminário importante papel na sua formação. Quantas gerações não tiveram a oportunidade de obter uma educação de qualidade nos seminários?

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Casas menos cheias

Tal como ontem, os seminários da nossa diocese cumprem a missão para que nasceram, apesar dos seminaristas serem em menor número. Nos anos anteriores e imediatamente posteriores ao Concílio Vaticano II viveu-se uma “época de abundância”, com os seminários repletos de jovens candidatos ao sacerdócio. A maioria dos seminaristas era composta por crianças ou adolescentes, provenientes da cultura de cristandade dominante. Esta impregnava os âmbitos sociais, familiares e educacionais, que são os espaços mais incisivos para a socialização dos valores religiosos. O discernimento acontecia, muitas vezes, “depois de entrar” na instituição. Para ingressar era suficiente “querer ser padre”. Só depois se esclarecia e se confirmava tal desejo.

A partir de meados dos anos 80 e 90 há um decréscimo de seminaristas e rapidamente os seminários se transformam em casas com poucos residentes. Algumas explicações podem surgir para a escassez: baixa natalidade, outras possibilidades de formação, mudanças sociais, declínio da dimensão religiosa…

Os responsáveis pela formação nos seminários que, em tempos de abundância se ocupavam em escrutinar os candidatos, tornam-se agora promotores da vocação.

Importante semear

A nossa sociedade caracteriza-se por uma grande centralidade do homem e este aparece como um ser sem vocação. Uma situação que afecta todos, não apenas as diocese sem sacerdotes ou os institutos sem consagrados. O grande desafio é criar uma cultura da vocação, não apenas para encher os seminários, mas para ajudar a encontrar um sentido para a vida. E isso pode conseguir-se com um trabalho conjunto, na pastoral da Igreja, no dia a dia da diocese, mudando mentalidades e práticas. Mais do que técnicas de recrutamento, importa testemunhar e convidar.

A imagem do semeador está presente, animando e orientando todos na missão de semear, desafiando a esperança de quem gostaria de ver frutos rapidamente e em abundância. Um processo lento que exige perseverança.

Alegria e esperança

A nossa diocese, com as suas 223 paróquias, conta com um presbitério empenhado e generoso que se esforça por servir os fiéis das comunidades cristãs que lhe estão confiadas. Cada um dos nossos sacerdotes é uma graça para a Igreja e para esta porção do Povo de Deus. Nos últimos 10 anos foram ordenados 22 sacerdotes em Lamego. Podem não ser muitos, mas são uma graça e serão, também estes, a contribuir para novas vocações.

A pastoral vocacional não se entende nem plenamente se concretiza sem a presença e acção dos nossos párocos que, localmente, melhor conhecem e mais rapidamente chamam, convidam e motivam a trabalhar na Messe do Senhor. Zelar pelas vocações sacerdotais é também acto de semear para um futuro que já começou. A nossa diocese vai tendo os padres que necessita porque sempre foi tendo párocos vocacionalmente empenhados.

Acreditamos na Providência divina e confiamos na Sua promessa de que a Igreja sempre terá os pastores de que precisa. Mas sabemos também o quanto a acção da Igreja (oração, convite, discernimento, grupos, retiros, diálogo, acolhimento…) é importante para que o plano de Deus se concretize. Por isso, a todos renovamos o convite para continuarem a colaborar.

 

in VOZ DE LAMEGO, n.º 4288, ano 84/50, de 11 de novembro de 2014.

ENCONTRO DE CATEQUISTAS | IDE E ENSINAI TODOS OS POVOS

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No passado sábado, dia 08, no Seminário de Lamego, mais de uma centena de catequistas estiveram reunidos, desde as 9h até às 16h, para um encontro de formação. Inicialmente previsto para os catequistas do arciprestado de Lamego, o encontro alargou-se para acolher catequistas de outros arciprestados. Aqui ficam algumas palavras, que não excluem algum texto ou testemunho posterior.

O responsável arciprestal pela catequese, Cón. José Manuel Melo, convidou a D. Lurdes Maravilha, natural da nossa diocese e a residir em Setúbal, para vir falar aos nossos catequistas da sua experiência catequética por aquelas terras sadinas. A sala encheu-se de gente motivada e interessada em ouvir para aprender, com vontade de trabalhar para cumprir a missão assumida de testemunhar a fé junto dos mais novos. Catequistas jovens e menos jovens, com mais ou menos experiência, puderam partilhar experiências e partir com novas forças para as suas paróquias. Alguns párocos acompanharam os seus catequistas.

Antes do almoço, um tempo de oração e adoração na capela, presidido pelo Padre João Carlos Morgado, Pró-vigário da diocese. Os trabalhos continuaram à tarde, com a mesma alegria.

O presente encontro arciprestal não foi o primeiro e não será o último, porque a catequese paroquial é importante e porque a formação nunca é demais. Afinal, só podemos dar se também tivermos.

Certamente que o mesmo poderá acontecer noutros arciprestados. Os catequistas estão sempre disponíveis para participar e receptivos para aprender. Mas também o convívio é importante e motivador para superar o cansaço que às vezes se instala ou alguma desmotivação que, involuntariamente, marca presença diante da ausência da família no processo catequético.

As nossas paróquias precisam de catequistas motivados, formados e disponíveis para colaborarem na missão da Igreja.

in VOZ DE LAMEGO, n.º 4288, ano 84/50, de 11 de novembro de 2014.

ESCUTAR E RESPONDER |Editorial Voz de Lamego | 11 de novembro

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Depois da primeira página, partilhamos agora o EDITORIAL, no qual do Diretor, Pe. Joaquim Dionísio, relaciona a escuta com a vocação, e com a resposta ao chamamento de Deus.

Muitos motivos de interesse para ler a Voz de Lamego, e oportunidades para aprender, refletir, meditar, envolver-se na missão evangelizadora da Igreja.

ESCUTAR E RESPONDER

Entre os cinco sentidos, dizem que os ocidentais privilegiam a visão. Habituamo-nos a contemplar para descrever, a olhar para repousar, a admirar para sentir, a encontrar na paisagem o que retratar na pintura ou relatar na escrita. Para nós, ver é fazer parte da paisagem e contemplar é saborear a vida. Dizem que os orientais privilegiam o ouvido.

Daqui se percebe a nossa maior facilidade em falar, apresentar, descrever… e o sacrifício que representa, às vezes, ter que ouvir. Quantos mestres não há que se deleitam quando são ouvidos, mas que não escondem o desconforto quando têm que ouvir?

Ouvir custa! Seja porque o conteúdo é repetitivo, pouco atractivo ou apresentado com deficiências; seja porque não há empatia com o interlocutor; seja porque não partilhamos pontos de vista semelhantes; seja porque nos corrigem ou provocam…

Escutar exige esforço e demonstra respeito. E não basta dizer que é importante fazê-lo ou escrever muito sobre o assunto; é fundamental exercitar (pastoral do acolhimento e da escuta). A começar na família: um pai ou uma mãe que não saibam ouvir não conhecem verdadeiramente os seus filhos. Da mesma forma, um pároco diante dos seus fiéis ou um bispo perante os diocesanos…

É fundamental ouvir para obedecer (a mesma raiz latina). Nem sempre obedecemos – cumprir responsavelmente um dever ou desempenhar uma missão – porque não ouvimos.

Por último, sabemos como é essencial ouvir para escutar Deus: na Palavra, na oração, nos irmãos, na consciência, na natureza…

Na Semana dos Seminários que estamos a viver é importante valorizar o “ouvir”. A crise de vocações sacerdotais de que se fala pode ser reflexo da indisponibilidade para ouvir. Porque é preciso escutar para responder. Mas não será isso que acontece em tantas situações da vida, uma crise de escuta?

in VOZ DE LAMEGO, n.º 4288, ano 84/50, de 11 de novembro de 2014.

VOZ DE LAMEGO | primeira página | DESTAQUES

Primeira página do Jornal da Diocese, VOZ DE LAMEGO. Em Semana dos Seminários, o destaque não poderia deixar de ser os nosssos Seminários. No interior desta edição, a chegar a casa dos assinantes ou disponível nas bancas habituais, a mensagem de D. António Couto, breve testemunho dos seminaristas maiores, um texto de fundo sobre o seminário, a sua razão de ser, concretizando na nossa Diocese, texto de um seminarista menor sobre a pastoral vocacional. Para abrir o apetite, eis a primeira página:

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Dois novos Diáconos | Dia da Igreja Diocesana: 23 . novembro . 2014

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Na solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo (CRISTO REI), 23 de novembro de 2014, tradicionalmente o domingo em que se comemora a Dedicação da Sé Catedral, cujo dia próprio é a 20 de novembro (foi dedicada/sagrada no dia 20 de novembro de 1776), mas compreensivelmente se celebra no domingo seguinte, o Senhor Bispo, D. ANTÓNIO JOSÉ DA ROCHA COUTO, Bispo desta mui nobre DIOCESE DE LAMEGO, vai ordenar dois novos Diáconos, a caminho do Presbiterado:

FABRÍCIO ANTÓNIO PINHEIRO CORREIA, natural da Penajóia, concelho e arciprestado de Lamego, nasceu em 13 de agosto de 1990. Entrou para o Seminário Menor de Resende a 18 de setembro de 2005, e no Seminário de Lamego a 21 de setembro de 2008; em 24 de abril de 2012, era admitido às Ordens Sacras, recebendo os ministérios de Leitorado e Acolitado em  19 de março de 2013 e de 2014, respetivamente. Aos fins de semana, os seminaristas maiores desenvolvem trabalhos nas paróquias. O Fabrício esteve em Ferreirim (Lamego) e Várzea de Abrunhais (3.º ano de Teologia); em Alvite, Leomil e Sever (4.º ano); na Beselga, Seixo, Antas, Ourozinho, Prova e Aveloso (5.º ano), e na Mêda e Outeiro de Gatos (6.º ano). Encontra-se em Estágio Pastoral no Seminário de Nossa Senhora de Loures/Seminário Menor de Resende.

Lema para a Ordenação Diaconal: “Como são belos sobre os montes, os pés do mensageiro que anuncia a paz” (Is 52, 7)

VALENTIM MANUEL MOREIRA FONSECA, natural de Ferreiros de Avões, conselho e Arciprestado de Lamego, nasceu em 26 de outubro de 1978, vindo a receber o ministério de Leitorado em 2005, e de Acolitado em 19 de março de 2014. Paróquias nas quais esteve em trabalhos pastorais: Mondim da Beira, Ucanha, Dalvares. Ferreirim. O Estágio pastoral está a decorrer em Vila Nova de Foz-Côa.

Lema para a Ordenação Diaconal: “Deus é o nosso refúgio e a nossa força, ajuda permanente nos momentos de angústia” Sl. 46, 2

Na semana que precede a Ordenação Diaconal estarão em retiro em Avessadas, no Marco de Canavezes, acolhidos e orientados pelos Carmelitas.

Pelas 15h30, 23 de novembro, na Sé Catedral de Lamego, o início da solene Eucaristia.

Semana dos Seminários | SERVIDORES DA ALEGRIA DO EVANGELHO

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Aproxima-se a Semana dos Seminários, que decorrerá de 9 a 16 de novembro de 2014, em todo o Portugal. D. Virgílio do Nascimento, responsável pela Comissão Episcopal das Vocações e dos Ministérios, propõe-nos a seguinte Mensagem:

A alegria do Evangelho enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus” (Papa Francisco, Evangelii gaudium, 1).

Nesta Semana dos Seminários de 2014, reafi rmamos a nossa certeza de que o caminho da Igreja é o caminho da alegria do Evangelho, ou seja, o caminho de Cristo, que transforma as dores da humanidade, a tristeza, o desespero e a morte, em nova aurora de vida, de esperança e de alegria.

Reafirmamos que o caminho da evangelização do mundo passa pelo testemunho de vida de muitas pessoas, famílias e comunidades, que se sentem felizes por estar fundadas em Cristo. Do mesmo modo, assumimos que a via mais segura para o cultivo das vocações sacerdotais entre os jovens, exige que todos nós, cristãos, vivamos e testemunhemos a alegria do encontro com o Evangelho.

Rezamos pelos nossos Seminários, para que sejam escolas de formação dos futuros padres, servidores da alegria do Evangelho.

  1. Padre, discípulo com os discípulos

Ontem, como hoje, a Igreja e o Mundo reclamam padres que sejam homens de Deus, cheios do Evangelho no coração e na vida, apaixonados por Jesus Cristo, discípulos disponíveis para seguir o Mestre. Ler mais…