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Um Ano da Fé “que não se encerra”

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A Igreja Catedral de Lamego encheu-se, na tarde da Solenidade de Cristo Rei, para celebrar a fé. Eram vários e belos os motivos da celebração: o Dia da Igreja Diocesana, que coincide com o aniversário da Dedicação da Igreja Catedral; o encerramento do Ano da Fé; a ordenação diaconal de José Fonseca Soares; o aniversário da nomeação, como Bispo de Lamego, do Sr. D. António Couto.

Para além de muitos fiéis de todos os Arciprestados da Diocese, uma boa parte deles jovens, também marcou presença um elevado número de sacerdotes e alguns diáconos.

Na sua homilia, o Sr. D. António Couto salientou que “o Ano da Fé não se encerra.” E continuou: “a fé não é uma questão de conteúdos que se podem ensinar e aprender num ano, num curso semestral ou anual. Se perguntardes a um bebé porque é que ele se sente seguro no colo da sua mãe, ele não saberá responder. Mas mesmo que soubesse, acharia ridícula a pergunta. Do mesmo modo que perguntar a uma mãe quais são as razões que a levam a segurar no seu colo, com força e carinho, o seu bebé, será considerada uma pergunta sem sentido. Do mesmo modo que deixaríamos Abraão boquiaberto, se lhe fôssemos perguntar quais são os conteúdos da sua fé. Sim, não se acredita em conteúdos. Acredita-se em alguém. É uma relação pessoal, consciente e consistente que vamos tecendo juntos com Deus e uns com os outros por caminhos de confiança e de amor. Abriu-se o Ano da Fé, como Jesus abriu um dia, na sinagoga de Nazaré, o Ano da Graça do Senhor (Lucas 4,19). Entenda-se, então, que este Ano da Graça ou da Fé não é um Ano de 365 dias. É a vida toda, no duplo sentido em que é toda a duração da vida, e em que é mesmo necessário apostar tudo, com toda a intensidade.”

No final da celebração, foi entregue uma vela a um leigo de cada Arciprestado como sinal dessa luza da fé que deve manter-se acesa, símbolo que expressam as palavras que o Sr. D. António tinha proferido na homilia: “«IDE e fazei discípulos», é o lema da nossa Igreja de Lamego para este Ano Pastoral. IR requer mudança de lugar e de modo. IR é não ficar aqui, e não ficar assim! Há tanta gente à espera de que nós lhes levemos Cristo. Obrigado, jovens, por terdes estado na primeira linha com a vossa Alegria contagiante. Como eu desejaria poder ter-vos acompanhado nas vossas avalanches. Peço a todos, sacerdotes, consagrados, fiéis leigos, mais Luz, mais Luz, mais Luz. Mais Dedicação, mais Dedicação, mais Dedicação.”

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